Home Data de criação : 10/03/02 Última atualização : 11/10/17 11:50 / 58 Artigos publicados

Poema:Manuella  escrito em quarta 17 março 2010 10:32

Manuella Bela

                   Não erra...??

Oh! Composto de rosas e jasmins

Linda como tu ninquém luziu

                                        Viu?

Pelos teus olhares! Mares??

                                      Mistérios não revelados-Ah!

Ainda és um passarinho

                                    ninho!

Mas quando tu passas

                                    Assas

Oh! Bela flor juvenil

                              E as gardênias, choram de amor

Vai-te pois moreninha

                                Assinha de Naidinha

Minha Linda flor de poesia.

                                                        Manuella Kristtina 2°07

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Comentário do romance A Escrava Isaura  escrito em quarta 28 abril 2010 19:46

O romance de Bernado Guimarães foi escrito com o verdadeiro intuito de por um fim na escravidão e de provar que os negros escravos também amam e tem o direito de escolher quem desejam amar, pois, não adianta ser presa, mesmo sem liberdade alguma, Isaura foge e vai em busca de sua felicidade e resiste a todas as ameaças.

por Jacielli da Silva Santa Bárbara

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Resumo do Romance A escrava Isaura  escrito em quarta 28 abril 2010 19:42

A história de Isaura revela um amor verdadeiro e uma perseguição de seu senhor Leôncio. Apesar de acreditar no amor não se entrega a qualquer um, assim Isaura resiste a toda ameaça violência e galanteios de Leôncio, Henrique, Belchior e André.

Isaura nasceu linda e infeliz. Diante de tanto sofrimento que passara a mãe de Isaura, a mulher do comendador, jurou pela alma da infeliz mulata de encarregar-se do futuro de Isaura (cria-la e educa-la), como se fosse uma filha. Assim o cumpriu, a medida que a menina foi crescendo, engarregando-se ela mesmo de ensinar e educar Isaura.Procurou-lhe mestres de música, dança, italiano, francês, desenho, enfim dar a mais fina educação.

Logo após a boa velha fulminada por um ataque de paralisia geral, sem ter tido um só momento de lucidez e reanimação para expressar sua última vontade. Malvina, como tinha afeição por Isaura jurou sobre o cadáver de sua sogra, continuar dando a mesma proteção que a velha lhe havia privilegiado.

Leôncio, marido de Malvina e herdeiro de toda aquela fortuna, não tirava de seus pensamentos a imagem da bela escrava. Leôncio convidara seu cunhado a vir visitar a irmã e passar alguns dias em sua fazenda, chegavam os dois mancebos de campos, Leôncio tinha ido de encontro a Henrique.

Chegando a fazenda, Henrique depara-se com Isaura, tocando piano e cantando, logo encanta-se pela moça e não disfarça, demonstra e faz do seu jeito para galantear a moça.

Em todos os rapazes dispertava algo sobre Isaura, do senhor ao jardineiro, nenhum deixava que aquela moça passasse sem ser vista e desejada.

Acaba que Isaura cheia de pertubações, foge com seu pai, com medo de que morresse e penasse como sua mãe. Indo ela para o Norte, hospendando-se em uma chácara. Álvaro andando a cavalo, avistou-a sentada em um banco do jardim de frente, encontrou-se e foi com o firme próposito de ter-la e de falar-lhe custe o que custar.

O tempo foi passando e cada vez mais ele encantava-se pela moça e Álvaro foi o único que tocou seu coração, era abolicionista e como prova do seu amor emancipa de toda a fortuna de Leôncio inclusive os escravos e toma a liberdade de Isaura, já que a negligência de Leôncio levou ao individamento da fazendo, Álvaro declara seu amor a Isaura que de escrava passa a ser senhora da propriedade.

Sem poder reportar tamanha humilhação, Leôncio faz uso de um recurso derradeiro: o suicídio.

 por Jacielli da Silva Santa Bárbara    2º 7

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Releitura da Canção do Exílio  escrito em quarta 28 abril 2010 19:26

Minha terra tem gete boa

e de bom coração

porém não existe só perfeição

na minha terra também tem muita corrupção

 

Seria bom se toda a população

contribuisse para acharmos a solução

São em pequenos gestos

Que veremos a transformação

por Jacielli da Silva Santa Bárbara            2º 7

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Poema: Nome  escrito em quarta 28 abril 2010 19:22

É bem diferente

e não se vê em muita gente

me chamo Jacielli

um nome com dois L

 

Origina-se de uma mistura

e uma doce criatura

herdou-lhe de seus pais

o nome que aqui se faz

por Jacielli da Silva Santa Bárbara         2º 7

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